Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Quando temos amigos

Tem um jeito meio assim
As vezes tímido
As vezes só quieto
As vezes inseguro

E se as vezes (as vezes?) parece perdido
Fora deste eixo, fora deste mundo
É para que nos lembre que ninguém tem as respostas
Todos nos desencontramos vez ou outra

Lembra sempre criança:
Carregas, dentro de ti
Uma simplicidade
Com convites inconsequentes
Risadas sinceras
E dramas modernos.

Carregas a beleza da sinceridade.
Se estás perdido, quero andar ao teu lado
Pois o caminho é bonito
A companhia agradável
E a vida, real. E as vezes até boa (quando temos amigos)

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