Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Arquivo para o mês “agosto, 2013”

Deixa…

A noite chega

Inspira…
Vá e permita o inexistente ser pensado
Tenta um novo mundo
Deixa a confusão dos sonhos
Fazer sentido na vida
Deixa o improvável do acaso
inventar amores insanos
e acontecimentos insensatos
Deixa a luz da Lua entrar
e a loucura se instalar
Expira…

Deixa a noite passar01 copy

Sobre cair

Ela olha a ferida, assopra e diz: shiiiii, vai passar. você acredita naquilo como ela acredita piamente em Deus, engole o choro, vai modulando a respiração, olhando as pessoas ao redor, um pouco constrangido pelo tombo, evitando encará-las. aí você levanta limpando com cuidado o joelho, batendo uma mão na outra e segue, resolutamente, sabendo que vai passar, aprendendo onde há um potencial tropeço, prevenindo-se, até que, pá, inesperadamente, você cai de novo e de novo e, por fim, você sabe que o inevitável mesmo é aprender a cair com segurança.

Esta parece que foi encomendada do meu amigo, poeta, escritor, revisor… Tem criança que nasce encantada nas palavras… 😉
Maykson Cardoso
http://conversura.tumblr.com/

Das racionalidades simples

“Saia de mim como suor
Tudo o que eu sei de cor” (Titãs)

Tudo o que eu sei de cor
O sorrir
O caminhar
O sentar
A vergonha
A bobagem
Das dobras da camiseta
Ao jeito de se embaraçar
Dos gostos e trejeitos
Sei: de cor & salteado!
Se só saber desse conta de resolver
Se racionalidade fosse a carta da vez
Se o mundo funcionasse por decreto
Saía de mim, como suor
Tudo o que eu sei de corJá esqueci
imagem de: http://www.flickr.com/photos/10paezinhos/

Instantes

Têm dias que palavras não bastam
Rimas nos escapam. Inspiração?
Precisamos mesmo é de Pôr-do-sol
Flores, cores, amores

Daqueles momentos em que só as aves
Sabem mostrar as bonitezas dos arredores
Aos gritos, solicitam que congelemos o instante
E quem sou eu para dizer não?

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A Lua!

Bom é sair de noitinha e ver a lua
Que mesmo tímida ilumina o caminho
E o resto? Inútil! Nós duas nos bastamos…

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En-can-ta

Mesmo sem um movimento
A mínima brisa no ar
Essa inquietação me invade
Instantes do pensamento

Quando menos espero
Te fazes presente
Atormenta, delicia
EN-CAN-TA

Depois vai embora
Deixando nos rastros
Aquele sorriso nos lábios
E saudades na lembrança

O mundo de Ana

Se os gostares são proibidos,
os sorrisos evitáveis,
e as alegrias contidas

O mundo parece cinza,
sem graça, nem trejeitos,
sem abraços nem beijos

Então?
Prefiro não existir,
Do que assim estar

Anota aí, que conste em ata!
Eu, desde hoje, decreto a obrigatoriedade: da felicidade nos dias e nas noites; do colorido no amor, na amizade, no carinho; da sinceridade no riso farto, no abraço oferecido, nos olhares trocados!
Decreto, também, que sou livre, leve, louca, plena. Mas faço logo a ressalva: sou séria, quando quero e preciso… Decreto, por fim, que ninguém precisa gostar nem de mim, nem de nada disso… Quem sou eu para impor felicidade aos outros?

Dia Mundial da Fotografia

Contigo sinto, planejo, elaboro: Celebro
dores, beijos, lágrimas e amores
És minha companheira inseparável
De loucas e imensas aventuras

Através de ti vejo o mundo e, juntas
Congelamos o presente
Revivemos o passado
Saboreamos cores, luzes, sombras

A fotografia?
Enriquece a alma
Os momentos, os instantes
Só quem sabe, ama

(Minha Nikon D5100 🙂 )
fotos

Tem dias

E tem dias que acordamos com saudades
De um tempo
De uma gente
De tudo o que não cabe dentro de um verso…

Dos amores vividos
Das alegrias partilhadas
Das amizades antigas…

Saudades não se vê, não se toca
Existe e é sentida na distância, no silêncio
Na falta daqueles que permanecem para sempre no coração…saudade
imagem de: http://www.flickr.com/photos/10paezinhos/sets/72157606185530624/

E quando tudo parece sumir

E quando tudo parece sumir
Que não te falte beleza
Que não te faltem palavras
Que não te falte poesia

Deita na rede, para, respira
Encarregue a brisa suave
De embaralhar ideias
E desfazer caminhos

E depois, só depois… bem devagarinho,
No inconformismo do instante
Com toda a beleza, as palavras e a poesia
Suspire fundo e, num rompante, permita-se

Novos nomes e sabores
Novas formas e cores
Devaneios e amores.
Voe alto e reinvente o mundo.

😉
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