Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

E quando tudo parece sumir

E quando tudo parece sumir
Que não te falte beleza
Que não te faltem palavras
Que não te falte poesia

Deita na rede, para, respira
Encarregue a brisa suave
De embaralhar ideias
E desfazer caminhos

E depois, só depois… bem devagarinho,
No inconformismo do instante
Com toda a beleza, as palavras e a poesia
Suspire fundo e, num rompante, permita-se

Novos nomes e sabores
Novas formas e cores
Devaneios e amores.
Voe alto e reinvente o mundo.

😉
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