Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Para tua amizade

Sim, ainda vou encontrar
Um outro sorriso
Que inspire a escrita
Respire com vontade
Minha próxima palavra
Enquanto isso
Escrevo minha saudade
A lembrança do teu sorriso
A sincera amizade

O que se faz presente
No verso, na letra, no poema
Não narra tua pessoa
Mas detalha o meu ser
Aponta pensamentos
Que escapam devagarinho
Em cada entrelinha

Se te amo, exponho, declaro
Não é como quem acorda
Numa segunda-feira cedinho
Na ressaca de um enfadonho domingo
É como quem desperta no chuvoso sábado
E sabe que pode virar para um lado, para o outro
E curtir o sentimento de que há mais a curtir
Curtir o próprio sentimento preguiçoso, de saber
Que é, simplesmente, sábado.

Só os aborrecidos amam como segunda-feira cinzenta
Se eu te amo, exponho e declaro
É por amar o sentimento de amar, inspirar e escrever
Se a saudade existe – e em mim é sempre residente
Respiro, habito palavras, vomito versos
Por enquanto, para teu sorriso
E sempre, para tua amizade 😉

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