Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Se arrependimento matasse

Declaro meu amor sem pesar
Se arrependimento matasse
Seguiria viva falando
Pensando, desdenhando
As palavras não me habitam
Não me pertencem
Elas chegam, invadem
Permitem-se explorar e, depois
Saem de mim num arranjo próprio
Do pleno sentir e,
Pelos motivos mais insanos
Correm ao encontro daquele que,
de fato, residem.

Sou, apenas, ponto de passagem
E quem sou eu para impedir
Que os versos se (me) componham
E voem a busca de seu lar?

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