Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Do que é pouco…

Eu acho é pouco
Eu quero é mais
Dito isso, escrevo
O que pulsa e repulsa

Tem quem passe
Leia, olhe… e siga
Tem quem goste
Emocione e sinta

Eu amo, exponho, declaro
E o meu amor, meu bem,
É tanto meu, quanto teu
E é tão intenso, quanto raro

E se falar de amor
É tão comum, quanto vulgar
Saiba que amar não
Nem é efêmero ou fugaz

Amar é sentir, todo o dia
Com deleite e preguiça
O sabor da tua existência
Na maltrapilha poesia

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