Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Espalho

Sim, diminuí
Aquilo que dentro de mim
Habitava
Hoje não mais circula.
Não há espaço.

Desde então, espalho
(Com intensidade e ruído)
Cada palavra, cada tom.
O que penso e como penso
Fica num aperto, tentando coexistir

Vai palavra – diz o corpo
Vai, te liberta – esbraveja o corpo, novamente
Vai e alcança o ar, o papel, o mundo
Atinge quem queira, contamine se for capaz

Corre na velocidade da tormenta
Saboreie a suavidade da brisa breve
Impregne com o frescor da terra molhada
Dê voltas por onde te faça feliz (ou não)
E chegue – no teu tempo
(como um suspiro)
No coração de daquele que
Por sorte (ou azar?) amo.

até o limite da paixão
(imagem de http://10paezinhos.blog.uol.com.br)

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2 opiniões sobre “Espalho

  1. Leticia ferrarini em disse:

    Adoro, apaixono-me a cada dia por tuas encantadíssimas palavras.

  2. Letícia!

    Fico muitíssimo feliz por gostares do que escrevo e do carinho de vir aqui expor isso!!!

    🙂 Beijo guria!

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