Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Odeio seu silêncio…

Odeio seu silêncio
E as formas como ele se expressa
Ecoando pelos corredores
Da minha mente, sem pressa

Não há nada aqui
Que possa ser deixado à saudade
Nem momentos contigo,
Como uma simples caminhada
Nas praças da cidade
Nem lembranças do cheiro,
Ou o som da tua risada

Não há nada aqui
E mesmo assim, nesse teu silêncio
Sinto-me um forasteiro em mim
Arrastado à vontade
De reviver tudo aquilo
Que encanta, e sabemos existir

Não há nada aqui
A quietude não deixa espaço
Para as lembranças
Dos dias que não tivemos

20131212
(imagem de http://www.macanudo.com.ar)

Poesia com participação de Phill-it (http://facebook.com/phill-it)

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