Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Das idealizações [Se fecho os olhos]

Se não vejo, não sinto
Se não sinto, é porque não vi
E assim seria ideal

Idealizações de uma vida…
Decidir quando e quem
Chega, permanece, encanta

O ideal vislumbra na calmaria
Uma felicidade constante, irreal
Uma rotina pacata,
Sem instante, sem invasão

E quem quer uma vida
Decidida, exata?
Prefiro sorrisos sinceros,
Que insurgem em rompantes
Prefiro fechar os olhos e ver
sentir, gostar, errar, amar

Se não vejo, não percebo,
Se não percebo, não sinto,
Se não sinto, não existe…
E assim seria o ideal
Mas quando fecho os olhos
És a única coisa que vejo

Mas quando fecho os olhos...

Mas quando fecho os olhos…

Poesia feita em parceria com Phill-it (http://www.facebook.com/phill-it)

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