Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Degustar o saber

Boa é a tarde
Que se demora
Com sabor de cereja
Cheiro de preguiça
E cafuné de sobremesa

Forte é a vontade
Da pressão suave
Da mão na pele
em um passeio
que não é à toa

Raridade é degustar o saber
(Sem espanto, nem modéstia)
Que beleza se acha no catálogo
Mas caber inteira num abraço
E encantar-se com o sorriso, não.

#UnPoquitoMás :)

#UnPoquitoMás 🙂

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