Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

Desdenha (e declara): Amor

Observo tu apareceres na janela
(só para saber que foste ali me ver)
Estimo a resposta diferente à provocação
(ao invés do sorriso discreto e evasivo)
Vivo a vontade conjunta de nada fazer
(Na preguiça sem tédio nem moral)
Anseio pela quietude do teu olhar
(Com suor, sedento por cumplicidade)
Disfarço ao ouvir a frase solta no ar
(Que só eu entendo e não posso sorrir)

Aquilo que desdenhamos em voz alta
E sentimos falta (todos os dias)
Admitimos baixinho quando sozinhos
Ou naquele deslize distraído,
com absoluto desapego ao alcoolizado julgamento do amigo.

Amor.

Furtivo, solitário, convivido, sentido, compartilhado: amor.

#Amor

#Amor

A série “frases da semana” nesta sexta é uma poesia em homenagem àqueles que amam – e as vezes desdenham, as vezes declaram, as vezes passam noites discutindo amores: nas janelas, nas cartas, na distância, na amizade… No (sempre) querer ❤

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