Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

De silêncios e fronteiras

Silêncio constante
instala distância maior
do que fronteira estabelecida
 
Fronteira:
linha inventada
por distância percorrida
desenhada em mapas
cobrada em taxas
de um lado, para outro lado
 
Silêncio: 
quietude pretendida
por distância obrigada
descaso (ou acaso?) desconhecido
desatenção do ollhar
ou vontade ao contrário
 
Fronteira:
deixar o silêncio preencher
os dias e as noites.
Inquietudes do tempo
que passo sem saber
se (ainda) existo
na tua existência.
 
E quando ao teu lado
invoco e aprecio o teu silêncio
aquele dos olhos teus
enquanto teu sorriso
se desenha para mim
anunciando o que virá:
P R A Z E R
 
O silêncio e a fronteira
O prazer e a inexistência
Inconstâncias do saber.
O som do silêncio que desacomoda e inquieta

O som do silêncio
que desacomoda
e inquieta

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