Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

O que pensávamos ser

Cada verso meu tem sempre um endereço
na vontade de ver teu sorriso
na descoberta de tua sonoridade
nos dias em tua companhia
minhas palavras se fizeram poesia
a sincera intenção desse gostar distante
entristece em pequenezas egoístas
de quem já observava teu silêncio

Teus sorrisos, carinhos, sons, cheiros, vontades
que povoaram as palavras minhas [conversas nossas]
me trazem a certeza de que a felicidade reside
em nossa transparência de sentir e saber
que somos, exatamente, o que pensávamos ser

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