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Sem prosa, nem rima

Tem dia

que nasce assim

sem alegria

nem cantoria

sem vontade de poesia

sem prosa, nem rima

sem cheiro de café

nem boa companhia

2015-09-23 10.18.21-2

Café e poesia ❤ (Paulo Leminski)

Sobre Amor, Samba e Enantiômeros

Entre um café e outro café
Lia, rabiscava no caderno
suas palavras difíceis
Parecia inteligente
Usando aquelas proparoxítonas…

Enantiômero

Racêmicas

Dextrógiros

Levógiros

E ela?
Perdia o sono,
entre um café e outro café
E se perguntava…
Adianta ter muito sono de manhã,
quando não fazemos samba,
[nem amor]
até mais tarde?

Vem aqui que te explico...

Vem aqui que te explico…

#Socorro #EssaQuímicaQueNãoAcaba

#Socorro
#EssaQuímicaQueNãoAcaba

Sobre gostar [encontros e poesia]

De cada preguiçoso amanhecer
A cada exaustão que faz dormir
Do sorriso que me encanta ao cafuné
Do suor às conversas com café
Que todo encontro nosso vire palavras escritas
Daquelas que me habitam e me fazem sorrir (toda vez)

E que nossos encontros não demorem a acontecer…
[E se passem num suave vagar]

gargalhada

Notas sobre saudades

Vira e mexe é poesia, interrompe o silêncio, vira escrito.
As vezes vira sorriso. Sabe como é?
Daquele tipo que aparece quando estamos andando no meio da rua e somos pegos desprevenidos pela lembrança fugaz: sorrimos largo, sem vergonha ou pudor… E seguimos caminhando com aquela sensação confortável que fica em nós.
E parece, aos olhos dos outros, que sorrimos sozinhos, mas tu sabes quem invadiu o instante, não sabes?
Mas saudades é também aquele cheiro de café que nos leva a outro lugar, uma conversa a toa, uma preguiça boa.

#Saudades De uma conversa a toa De uma preguiça boa

#Saudades
De uma conversa a toa
De uma preguiça boa

Sobre intensidade [e café]

O tempo
Do sorriso nos lábios
Do café na cama
Da manhã preguiçosa
Troco eternidade, por intensidade
E cafuné sincero
cafés sinceros me interessam <3

cafés sinceros me interessam ❤

O Mundo de Ana

O mundo de Ana
sofre de uma inexplicável 
verborreitude poética aguda
resultado de um vício declarado
em doses demasiadas, intensas e inconsequentes
de cafeína, cafuné, estradas e paixão
tem diagnóstico e prescrição
Mas a cura… Ah, meu caro… 
O mundo de Ana 
sofre de uma explicável
vontade insana de seguir
com diagnóstico
Mas cura… Não.
#MundoDeAna

#MundoDeAna

Frases da Semana XLIV

Três semanas acumuladas… Semanas ocupadas que me fizeram descompassar as postagens, todavia ótimos diálogos: lindos, engraçados, malucos, fofos… Eu tava com saudades das frases da Semana. : )

[Semana 1]
– Falei com a minha filha hoje, ela chegou do judô, perguntei o que ela tinha feito…
– E aí?
– Sabe o que ela respondeu mano? “Derrubei pessoas papai”.
– hahahahahahahhaha

– Mas porra, teu comentário. Na mosca. Fator tempo/resposta. Eu te dava um prêmio… hahahahahahaha
– Meu anjo. Tu tá marcado prá eu receber notificação. Eu sempre sei quando tu posta!
– jahahahaha, stalker mãe! ❤

– Por isso eu gosto de ler em primeira mão. Pq eu me emociono antes que todos e ainda posso me meter no escrito
– Mete no escrito que eu… Foco, menino, foco!!! hahahahaha

– Foco! haahhahaha

– Eu to comendo pouco, pq tenho que estar gostosa no final de semana…
– HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA. Nem vou perguntar…
– Ainda bem que na casa da mãe haverá tapioca. Ele não é de lá. Só mora lá.
– Ufa, Ana! Ufa.
– Lá eles usam mullets e isso vai contra minhas opções de vida.

– ah é que eu gosto de vagabundo, fazer o que…
– Se tu visses o saldo da minha conta bancária então tu me pedia em casamento.

– e eu faço o que para te ajudar?
– nada. Tu pode ficar ai sendo bonitinha um pouco.

– Se a partir de hoje alguém digitar “preguiça” no Google vai aparecer tua foto.
– A minha né? Do lado da tua, só se for…

– Tu tinhas que vir nas férias, assim eu consigo te dar atenção e ter tempo para ti.
– Ok. Veremos as possibilidades
[resposta não dita: não provoca que a louca aceita moleque!]

– Janta? Como assim janta?
– Ué, eu tinha prometido uma janta pra ele, mas não achei os ingredientes…
– Ah, não pode ser almoço?
– Pode, mas eu não achei arroz de risoto.
– Faz almoço! Faz pra mim também. Põe mais água nesse feijão e eu como junto!!!
– hahahahahaah. Tá bom moleque. Tu podes comer também, claro.

– Tu estás tentando me convencer que os anos 80 não são bregas, é isso?
– Não. Os anos 80 não foram brega. Eles foram FODA. Eu to tentando discutir contigo.
– Mas pra quê discutir comigo? hahahaha. Tamo aqui de boa. Eu não vou discutir contigo, até pq eu concordo. Claro que os anos 80 foram foda. Tu nasceste nessa década…

– Hmmmm a sobremesa está incluída na janta.
– Sei.
– E eu vou comer a sua!
(…)
– Se é que eles vão nos chamar hoje. 
– Tu sorriste para a menina que tá anotando as mesas? Sorri prá ela que acho que conseguimos uma mesa facinho…
– Eu acho que isso só funciona contigo…

– Bicho besta. Eu sou besta demais. BIchinho besta. kkkkkkkkk
– Eu fico pensando é o que sou eu que fico rindo de bicho besta.

– Mas geeente, moleque eu bebi ontem hein?
– Tu tava engraçada. Eu ri demais.
– Sim, a louca não parava de falar.
– Tava engraçada.

[Pede uma panqueca doce, com tudo que tem possível – sorvete, calda, banana…]
– Para compartir?
– No!
[…]
– Tu não gosta de doce! Não gosta. E eu fiquei de grosso ainda…

– Tu foste o início do fim das minhas férias…
– hmmm, e isso foi bom?

– Olha… Eu diria que foi um início de fim perfeito.
– Esse foi o melhor elogio que já ganhei de alguém.

– Que foi isso?
– hahahaha, eu acho que ronronei.
– hahahahahaha, moleque ganha cafuné e ronrona. hahahahaha que fofo.

[Semana 2]

– eu não vou te responder Pq minha mãe está aqui ao meu lado.
– eu sei, estou fazendo uso dessa condição

– Nós vamos no sete sabores agora? Pq aquela galinha pedagógica ninguém merece.

– Eu nasci aqui. Jesus me fez do pó dessa terra.

– Sim senhor…
– Isso é engraçado.
– Eu sei.

– Curiosa.
– E por esta menina ser curiosa e meticulosamente descritiva – e insistente e não complacente – que estás agora nesta casa tomando chimarrão.
– Eu sei disso. E penso nisso todos os dias desde que cheguei aqui. E o que realmente me alegra (de verdade) é poder compartilhar contigo!
– Eu sei. O que realmente me alegra é saber disso e ser recíproco. : )

– Olha só. Isso é melhor que café!
– São coisas diferentes! Não tem como comparar.
– É melhor. Você é a quarta pessoa que nada comigo. Na vida. Isso é melhor que café.

– Minhas costas estão vermelhas.
– Passaste hidratante? Queres que eu passe hidratante?
– Ah, não precisa.
– Tu estás com vergonha? Nem vou responder…
– É, ele tá numa casa de gente que não tem mão, não tem ninguém aqui para passar hidratante nele…

[Semana 3]

– Tu tem behance?
– Não sei o que é isso…
– Mas rola tu sabe né?
– Sei. Adoro. o que é behance
– hahahahahha. um site prá divulgar trabalho… saca? Montar um portfa e talz.
– hm. E o que isso tem a ver com eu gostar de rola?
– Conhece a palavra brin-ca-dei-ra?
– Achei que querias um portfa sobre meu gosto por rola. Sei lá. Pra consagrar minha vida como puta.
– hahahahahahfiaweuhfawbvna;regnaeruhgaughaeuihga. Quase quebrei a tela do celular. De tanto rir.

– Para de querer ser certinha.
– Eu gosto de ser certinha…
– Tu goxta é de ser vadia. Vem com essa não!

– Olha… vcs mulheres… Acho que a minha leva de mulher veio cagada. E a sua veio boa, pq olha…
– A leva de 70? Pois é… Acho que o segredo é as de 70 comerem os de 80.

– Aquele lance da gargalhada… Quase rola aquilo
– hahahahahahahahahahha. isso é muito bom!
– E eu entendi que estava fazendo certinho… hahaha, no caso dela, dava umas tremidas.
– A gargalhada é depois disso. Se ela tremeu, tu tava no caminho certo

– puta que pariu, suas fotos são do caralho. Muito foda! Eu fico parecendo um idiota admirando. Eu poderia te parabenizar por esse olhar, mas acho que um “vai tomar no cu” expressa muito mais meu sentimento.

– No auge dos meus quase 40 ouvir de um moleque isso é inenarrável. Muito bom mesmo.
– Inenarrável é ser gostosa aos 37. E isso não é mérito dele minha cara. É seu. Sorte dele.
– PORRA! Já te amava há dois segundos atrás, agora
– Com licença meros mortais.

[Conversa de grupo]
– Acho que vocês deveriam vir me ver junto com a Arnete
– MIM DEIXA! EU TO TRISTE QUE A ANA VAI EMBORA! E EU NAO SEI VIVER SEM ELA! AGORA ELA VAI PRO MEIO DO MATO E NAO VAI VOLTAR!!!! VC TEM NOSSAUM OQ EH ISSO!?!??!?! MEU CORACAO JA PAROU 3 VEIZ!!!!
– Meu filho que isso!
– To chorano

– Eu quero meu cartão!
– Devolve a Ana que eu dou teu cartão!

[conversa de grupo]
– tão querendo transformar “piroca” em patrimônio estatal. Kkkkkkkkkkkkkkkkk
– Piroca rosada pro povo amazonense! kkkkk
– Eles mandaram email pra mim..questionando..se usam a minha como referencia. E querem colocar ela em uma praca..pra ser fonte..e rolar explosao tchakabum. Acredita?
– Explosão tipo chafariz?
– Ahammmm! Ah..eu aceitei. Falaram que os ribeirinhos..nao conhecem uma piroca rosada. Pensei: ue..why not?
– kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
– A única pessoa capaz de superar o Fulano é o próprio Fulano. Te amo cara ❤

– hmmm tem mais poesia. Vou ver. 😀 (…) Muito boa como sempre!!!
– Tem mais poesia. Enquanto tu sorrires (e me fizeres o que fazes) haverá poesia.

Sobre sorrisos e poesias ;)

Sobre sorrisos e poesias 😉

Escrita, café e sentimentos inventados

Escrever é mais sobre cafuné bem feito e sorriso sincero, do que sentimentos inventados em tardes amenas.

Mas principalmente (e sempre e toda a vida) sobre um começo de dia com café sobre a mesa. Não há manhã que se salve sem um bom café…

– Nunca?!?

Ah! Existe… Nesses casos, todavia, trata-se mais das tais invenções em noites (nada) amenas, que terminam em bocejos prolongados entre um suspirar e outro, naquele cansaço preguiçoso que aguarda, apenas (e deliciosamente) o sono vir, enquanto a xícara de café (uma para dois) esfria despretenciosamente na mesa ao lado.

É que em momentos assim o café acontece só no período da tarde…

( e a manhã não foi salva! Foi condenada a passar em silêncio, entre pernas enlaçadas em um sono sincero, de uma exaustão extasiante)

Escrita, café e sentimentos inventados

Escrita, café e sentimentos inventados

Cento e trinta e sete

Relatórios, artigos, trabalho
Café, Café, Café
Lê, corrige, chora
Chimarrão, carne, cerveja?
Beijo, barba, sorriso?
Pele, abraço, cafuné?
Não! Ainda não
Papéis, papéis, papéis
Confere, presta conta
Descabela, não dorme
Café, café, café
Fala, sorri, encanta?
Não! Hoje não.
Trabalha, trabalha, trabalha
Café, mais café.
Corrige, dá nota
Ponto, vírgula, acento
Chocolate, Doors, alegria?
Fala, mostra, silencia
Paciência, inspira, expira
Relatórios, Trabalho, leitura
Corrige, corrige, corrige
Café, muito café.
Não dorme ainda
Hoje ainda não

Férias? Logo mais
Hoje? Café, Relatório
Banca, Prova, silêncio
Trabalha, trabalha, trabalha
Só mais quatro
Conta, vibra, sorri
Meus cem dias
Mais trinta dias
Mais sete dias
E aí, poesia?
Festa, muita festa.
Sorrisos, só sorrisos.
Família, amigos, família
Praia, sol, mar
Céu, Estrela, Saturno
Lua cheia, olha
Admira, admira, admira
Suspira, respira, inspira
Pira! Somente pira
Rede? Dorme, espreguiça
Poesia, escrita, palavra
Fotografa, olha, registra
Cerveja, Carne, Chimarrão
Tapioca, queijo, camarão
Cerveja, cerveja, cerveja
Escolhe o vestido
Sorri, olha, sorri
des ves te
Pele, beijo, suor
Respira, suspira, explora
Câimbra? Espreguiça: relaxa
Cafuné, barba, cafuné
A fa go
Espreguiça de novo
Rede, quietude, leitura
Dorme, acorda, dorme
Espreguiça, acorda, sorri
Dorme de novo
Só quatro dias!
Espera, espera, espera

#Férias

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