Notas não aleatórias

[o acaso da vida existe, a aleatoriedade da escrita: jamais!]

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Ter sentido [Mundo de Ana]

Tudo o que faço, digo, penso tem que ter sentido.
Visceralidade de existência e pertencimento.
Inconformidade que habita e faz amar

Uma poesia aqui, uma fotografia lá: um jeito de olhar e viver meu mundo
Um dia no grito, outro no pranto, horas de euforia, horas de descanso

Ter sentido é saber que
Visceralidade é curtir o momento: da preguiça à ação
Inconformidade é mover-se sem parar
Mesmo estando no mesmo lugar
#MundoDeAna

Persigo o mundo! #protaagonizo

Persigo o mundo!
#protaagonizo

Andarilha

É que em todos os (dias) momentos em que o caderno ganha rabiscos (escritos?!?) é o meu rascunho que se instala.

Eu: constante construção do ser. Aquilo que (mora) me habita, faz e refaz, urra (num suspiro inquieto) ou (desas)sossega, no ímpeto da palavra, a vontade de seguir

A N D A R I L H A

Anda Andarilha
Na trilha rasurada
Costurada na linha
Do teu coração

#SegueORumo #AndaAndarilha

#SegueORumo
#AndaAndarilha

Das manhãs de domingo…

Um feixe de luz invade o quarto
Um trajeto simples, direto
Escapa pela cortina, até colidir com a parede
Acho que permaneci aqui
Mirando, sem pensar
Por um bom período de tempo
Dormindo de olhos abertos
Esperando uma suave brisa
Fazer dançar a luz
E movimentar o dia

(Poesia de Ana Arnt e Phill-it)

Acho que permaneci aqui Esperando uma suave brisa <3

Acho que permaneci aqui
Esperando uma suave brisa

Vida sem lugar

Em um espaço
Idas e vindas
Vazio no olhar
Frieza da pressa
Do horário marcado
Do cansaço estampado

Vida de andarilha
Vida de entremeios
Vida sem lugar

Ir, vir, ficar
Rir, pedir, encantar
Sonho de Inquietude
Instantes de amar

Intensidade
Casa em silêncio
Brisa no cabelo

Intensidade
De tudo viver,
Sorrir, chorar

Intensidade
Intensa vontade
Abraçar o mundo
E nesse abraço morar.

Vida de andarilha

Vida de andarilha


imagem de http://10paezinhos.blog.uol.com.br

Recortes de um jardim

Recortes de um pedacinho de um jardim ‘descuidado’
Descuidado? Sujo e abandonado! Cheio de mato e capim!
Cheio de vida, de vontade, de saber, de sabor, de cor.
Cheio de querer ser e viver o que é!

Descuido é o excesso de assepsia, que dilacera
O voo distraído de uns, o caminhar apressado de outros.
Alguns ainda, aguardam em suas ardilosas armadilhas
Cuidado é colorido livre, pólen ao vento, diversidade no ar
Recortes de pedaços de um mato, em espaço cheio de si

Aguardo, paciente #mato #jardim #alegriaalegria

Aguardo, paciente
#mato
#jardim
#alegriaalegria

Dos eternos retornos

Acentua
Concorda
Pontua
Pontua
Concorda
Acentua

Respira
Remete
Recebe
Recomeça

E aí…
Acentuou?
Concordou?
Pontuou?
Terminou?

Suspira
Tudo outra vez
E sempre
E de novo

#acentua #pontua #concorda

#acentua
#pontua
#concorda

O que vale

Tem dias
que as palavras não cabem em mim.
Expulso-as! Num grito que vem do estômago.
Como um soco, que vem de dentro, para fora.
Por motivos que estão fora e aterram o dentro.
Como uma tormenta, que passa e arrebenta
tudo e todos, obriga o pranto, exige pesar.
E, depois, para, pensa, organiza,
muda a vida, a casa, a rua.
Muda o dentro, muda o fora.
Muda no grito, reverbera na alma,
bate no muro e volta, força a ver
o que muda, o que fica, o que vale
a vida.

pensando palavras ao vento
(imagem retirada da internet, com referência ao artista Banksy)

Espalho

Sim, diminuí
Aquilo que dentro de mim
Habitava
Hoje não mais circula.
Não há espaço.

Desde então, espalho
(Com intensidade e ruído)
Cada palavra, cada tom.
O que penso e como penso
Fica num aperto, tentando coexistir

Vai palavra – diz o corpo
Vai, te liberta – esbraveja o corpo, novamente
Vai e alcança o ar, o papel, o mundo
Atinge quem queira, contamine se for capaz

Corre na velocidade da tormenta
Saboreie a suavidade da brisa breve
Impregne com o frescor da terra molhada
Dê voltas por onde te faça feliz (ou não)
E chegue – no teu tempo
(como um suspiro)
No coração de daquele que
Por sorte (ou azar?) amo.

até o limite da paixão
(imagem de http://10paezinhos.blog.uol.com.br)

De sonhos, dispersões e instantes

sonhamos mesmo é de olhos abertos
com os cheiros da rua
a cor das flores
a luz da lua

vivemos mesmo é na dispersão
de ideias e ideais
de alegrias e partilhas
de tristezas e solidão

Na certeza de que estar sozinho é um estado da alma
Daqueles que sofrem no meio da multidão
Vivo a plenitude de perceber o instante
e ao aproveitá-lo como eterno e infinito
Compartilho, Multiplico, complico
permito: o choro, o grito, o riso

No sonho acordado,
Na dispersão divertida,
No instante permitido…
onde está a sua vida?

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