Palavras ao Vento

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Exaustão

Iniciando a Retrospectiva 2015 do blog, relembro uma das produções com Phill Souza, amigo, co-autor, poeta, músico – multigente que mora no meu coração!

Como o usual, um escrito feito a partir de diálogos… Exaustão fala de esse nosso modo de sentir, de amar, de escrever [por amar].

Palavras ao Vento

O dia em que te procurei
com amor, por amor…
Disseste: não existe mais tal sensação.
Estou sem amor, vazio.

Então,
Foi
Sem amor
Só suor
Simples
Puro
Indecente
Sincero
Suor

Sem amor,
Somente
sincero
suor
Até a exaustão
(Poesia feita em parceria com Phill-it – http://www.facebook.com/phillitnow)

#AtéaExaustão #EuQueroSempreMais #AtéaExaustão
#EuQueroSempreMais

Ver o post original

[Versos Gritados]

Meu silêncio inexiste
Nas linhas minhas
Nos versos gritados
Em sussurros inconstantes

Teu silêncio ressoa
Na inquietude insistente
Na rouquidão de esperar
Um fim
[ou recomeço]

#VersosGritados

#VersosGritados

Série Versos Gritados, escrita em parceria com Phill-it

(http://www.facebook.com/phillitnow)

Gritos em versos

É com zelo

e deleite

com o gosto

do desejo

pelo gozo

preso

em palavras

surradas

maltrapilhas

delineadas

saindo

do peito

no tranco

para que tu, 

meu amor,

sim, tu

escutes

como

suave

sussurro

carregado

pela brisa:

meu sentir

em

versos gritados.

#VersosGritados

#VersosGritados

Versos Gritados é a nova série de poesias do Blog, feita em parceria com Phill-it (http://www.facebook.com/phillitnow). A poesia que inaugura a série substitui a usual postagem “Frases da Semana”, de sexta-feira, mas foi inspirada em diálogos poéticos com este que é, certamente, um grande companheiro de jornadas: Phill/Cortéz.
Versos Gritados
Num sussurro inebriante
(que venha e tenha vida longa <3)

A poesia se faz

No auge da rotina, em enfadonhos dias
são naquelas conversas comuns
seja nas pautas banais
seja em confissões usuais
que nos fazemos presente
e nos conhecemos mais e mais

tornamos, assim, a distância sem sentido
pois próximo é o olhar e o sorriso
a sincronia de ideias,
a perspicácia do pensamento
o amor pelas palavras
reciprocidade de sentimento:
A poesia se faz em nós.

(Para Phill-it)

<3

Exaustão

O dia em que te procurei
com amor, por amor…
Disseste: não existe mais tal sensação.
Estou sem amor, vazio.

Então,
Foi
Sem amor
Só suor
Simples
Puro
Indecente
Sincero
Suor

Sem amor,
Somente
sincero
suor
Até a exaustão
(Poesia feita em parceria com Phill-it – http://www.facebook.com/phillitnow)

#AtéaExaustão #EuQueroSempreMais

#AtéaExaustão
#EuQueroSempreMais

Efêmero instante

Retrospectiva 2014: A melhor parceria foi com Phill-it (http://www.facebook.com/phill-it). E, para mim, “Efêmero Instante” foi a melhor poesia de nós dois! ❤ 🙂
Que venham novos escritos em 2015.

Da série: Eu não tenho sorte no amor, por isso escrevo...

Da série: Eu não tenho sorte no amor, por isso escrevo…

Palavras ao Vento

Cansa
O eterno instantâneo
Que envelhece conosco
Como uma teia
Em nós, por nós
A cada momento

Cansa
O eterno efêmero
Fugaz, que esvai
Voraz, que esgota
Extenua, dissipa
Cada acontecimento

E ainda assim
Cansa
Mas ama
E aguarda
Que o instante
Efêmero instante,
seja eterno

Colaboração de Phill-it (http://www.facebook.com/phill-it) em diálogos produtivos nas madrugadas insones 🙂

Ver o post original

Das manhãs de domingo…

Um feixe de luz invade o quarto
Um trajeto simples, direto
Escapa pela cortina, até colidir com a parede
Acho que permaneci aqui
Mirando, sem pensar
Por um bom período de tempo
Dormindo de olhos abertos
Esperando uma suave brisa
Fazer dançar a luz
E movimentar o dia

(Poesia de Ana Arnt e Phill-it)

Acho que permaneci aqui Esperando uma suave brisa <3

Acho que permaneci aqui
Esperando uma suave brisa

À deriva

Pouco tempo se passou
Entre sorrisos e o adeus
Definições permaneceram
De todas as formas…
Menos definidas

Detesto o fato
De restar apenas as (in)definições
Em um curto espaço de tempo
O que terei eu
Para me agarrar?
O que terei eu
Para ancorar esse coração de papel?
Permaneço à deriva…

Entre expectativas,
Sucessos e frustrações
O Oceano
Meu coração de papel
Se desintegra, em silêncio
Mas hoje nado, sem medo de me afogar
Estou vivo, sou náufrago
E afundei vários dos barcos que embarquei

Me recuso, por inércia
Falta de rumo ou indecisão
A morrer na praia

Permaneço à deriva

Permaneço à deriva

Poesia escrita em conjunto com Phill-it (http://www.facebook.com/phill-itnow)

Mais um dia, menos de um tempo

No corredor
Porta entreaberta
Roupas deixam rastros
Na direção de um dos quartos
Não resta nada…

Ele sentado em sua cama
Mãos na cabeça,
Suspiro ecoando nas paredes
Um intenso amor, uma paixão,

Ela, com desdém, se vai
Um suave caminhar para fora da casa
Pensamentos em silêncio
Uma noite longa, um pouco de nada

Mais um dia,
menos de um tempo
De sono, de sonhos,
De uma vida vazia

#maisemenos

#maisemenos


Imagem de http://10paezinhos.blog.uol.com.br

Poesia feita em colaboração com Phill-it (http://www.facebook.com/phill-it)

Das idealizações [Se fecho os olhos]

Se não vejo, não sinto
Se não sinto, é porque não vi
E assim seria ideal

Idealizações de uma vida…
Decidir quando e quem
Chega, permanece, encanta

O ideal vislumbra na calmaria
Uma felicidade constante, irreal
Uma rotina pacata,
Sem instante, sem invasão

E quem quer uma vida
Decidida, exata?
Prefiro sorrisos sinceros,
Que insurgem em rompantes
Prefiro fechar os olhos e ver
sentir, gostar, errar, amar

Se não vejo, não percebo,
Se não percebo, não sinto,
Se não sinto, não existe…
E assim seria o ideal
Mas quando fecho os olhos
És a única coisa que vejo

Mas quando fecho os olhos...

Mas quando fecho os olhos…

Poesia feita em parceria com Phill-it (http://www.facebook.com/phill-it)

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